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A cerveja do Brasil Imperial

A família imperial brasileira trouxe muitas tradições para o país. Vindos de Portugal agregaram, à cultura da então colônia, hábitos tipicamente europeus. É claro que o consumo e a fabricação de cervejas não seriam diferentes.

Os Orleans e Bragança foram educados no estilo europeu a consumir a bebida em temperatura ambiente, diferentemente do hábito brasileiro de tomar a bebida mais gelada. A produção da Cidade Imperial começou em 1997, pela mão do trineto de Dom Pedro II, Francisco de Orleans e Bragança.

Qualidade imperial 

Desde o começo a cervejaria resolveu primar pela diferenciação em sua produção, para manter a tradição imperial de sofisticação e de busca pela perfeição em seus intentos. Hoje, o processo de fabricação é pasteurizado e rende mais de 60 mil litros mês.

A tradição da família imperial brasileira em produzir cerveja remonta a avó de Francisco Orleans e Bragança. Elizabeth Dobzensky fabricava a própria cerveja na região da Bohemia, atualmente República Tcheca.

Influenciado pelos alemães, a cerveja da família imperial brasileira é produzida obedecendo a Lei de Pureza Alemã. Portanto, levando apenas os ingredientes básicos para a fabricação da cerveja. 

Ponto turístico na serra fluminense 

A visitação à fábrica da Cidade Imperial é ponto turístico na região central histórica da cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Conhecida por abrigar a família imperial durante o período do império, conserva a tradição e as históricas casas de época. 

São três os tipos de cervejas fabricadas pela Cidade Imperial. A Cidade Imperial Clara é uma Premium lager, já a Cidade Imperial Escura é uma Schwarzbier. Ambas para serem consumidas pelo ano inteiro. Houve, também, o lançamento de uma Helles Munchen, para ser sazonal de inverno, mas que deu tão certo que se tornou parte do cardápio da cervejaria pelo ano todo.